Pela soberania, a geoeconomia e a cooperação estratégica no Atlântico Sul.
A Guiana Azul francesa e a Amazônia Azul brasileira formam uma janela estratégica única no século XXI.
A Europa depende da China em 97% para o magnésio, 71% para o gálio e 90–98% para as terras raras.
Juntas, a Guiana Azul e a Amazônia Azul podem se tornar a alavanca de uma soberania europeia e brasileira em minerais críticos, energia offshore e segurança marítima.
Um think tank independente a serviço de uma visão estratégica compartilhada entre a Europa e a América do Sul.
Transformar as vulnerabilidades híbridas em oportunidades de poder compartilhado entre a França e o Brasil.
Posicionar a Guiana Azul como hub marítimo estratégico da França e da Europa no Atlântico Sul, em parceria com a Amazônia Azul brasileira.
O Manifesto “Guiana Azul, Amazônia Azul” estabelece a doutrina estratégica do Institut Atlantique Sud para o espaço compartilhado entre a França e o Brasil no Atlântico Sul.
Baixar o Manifesto Fundador (PDF)Este é o documento que funda nossa visão.
Único território da União Europeia na América do Sul, a Guiana Francesa dispõe de uma Zona Econômica Exclusiva (ZEE) de 350.000 km².
Além das ameaças híbridas atuais, a Guiana Azul oferece um potencial excepcional em:
O objetivo: passar de uma postura defensiva a uma estratégia proativa de soberania.
Território marítimo brasileiro de 5,7 milhões de km², a Amazônia Azul concentra o essencial do poder econômico e energético do Brasil no século XXI:
Recursos minerais críticos nas profundezas do Atlântico Sul, em especial na Elevação do Rio Grande — uma das mais importantes províncias de nódulos polimetálicos do mundo.
A França e o Brasil já compartilham uma cooperação operacional concreta:
O Instituto propõe ir mais longe, rumo a uma verdadeira estratégia de poder compartilhado.
A Europa encontra-se em situação de dependência estratégica extrema em relação à China:
A Guiana Azul e a Amazônia Azul constituem uma das raras oportunidades reais de diversificação soberana.
Inspirado no modelo japonês de Sanae Takaichi, o Instituto propõe:
Uma iniciativa franco-brasileira em fase avançada de estruturação para levar adiante uma visão soberana no Atlântico Sul.
O Institut Atlantique Sud é uma iniciativa independente dedicada à análise estratégica e à promoção de uma cooperação soberana entre a França, o Brasil e a União Europeia.
Três perfis complementares a serviço de uma visão estratégica compartilhada para o Atlântico Sul.
Formatos de intercâmbio privilegiados para tomadores de decisão e especialistas do Atlântico Sul.
Encontros confidenciais em círculo restrito sobre temas estratégicos sensíveis (soberania marítima, ameaças híbridas, minerais críticos). Somente por convite.
Sessões de análise e prospectiva em círculo restrito, destinadas aos parceiros institucionais e mecenas do Instituto.
Eventos de alto nível reunindo especialistas franceses, brasileiros e europeus em torno dos grandes desafios do espaço atlântico sul.
Esses formatos, em fase de estruturação, serão implementados progressivamente a partir de 2026.
Análise aprofundada e estruturada dos desafios de soberania marítima, minerais críticos e cooperação estratégica França-Brasil-UE no Atlântico Sul. Versão longa e documentada.
Proposta completa de um fundo soberano franco-europeu dedicado à valorização dos recursos estratégicos da Guiana Azul. Um instrumento para pôr fim à predação chinesa sobre os recursos auríferos, garantir o abastecimento europeu de minerais críticos e construir uma alavanca de poder econômico na América do Sul — alinhado ao Critical Raw Materials Act (CRMA) e inspirado no Natural Resource Fund da Guiana.
Análise da estratégia japonesa de deep-sea mining conduzida por Sanae Takaichi e lições concretas para a soberania brasileira sobre a Amazônia Azul.
Esta nota examina a convergência inédita, entre 2022 e 2026, do relatório Varin, da criação da DIAMMS, da reforma do código de mineração e do relatório do Senado n°135 sobre o Escudo das Guianas. Analisa os gargalos estruturais que fragilizam essa janela de oportunidade e propõe recomendações para assegurá-la.
Análise centrada na reinvenção marítima do poder brasileiro, na Margem Equatorial e nos recursos dos fundos marinhos.
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