Autonomia relacional e minerais críticos
Pergunta central: O que resta da autonomia relacional argentino-brasileira quando a própria base relacional se desacopla — e a captura extrarregional do lítio e do nióbio acelera essa deriva, ou pode constituir um novo piso?
O lítio argentino e o nióbio brasileiro formam uma complementaridade estrutural hoje capturada principalmente por atores extrarregionais. A história bilateral oferece um precedente, a ABACC, nascida de um interesse vital compartilhado e simétrico. Os minerais críticos e a governança dos fundos marinhos não oferecem essa base: são arenas de acesso competitivo a rendas.
Este diálogo examina se o desacoplamento bilateral em curso desde o início da década de 2010 ainda deixa espaço para a cooperação no Atlântico Sul, ou se a janela se fechou.
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Antoine Bachelin Sena, Brazil-Argentina Critical Minerals Cooperation, CEBRI-Journal, The Brazilian Center for International Relations, 27 de agosto de 2026A posição mais recente: uma sequência gradual em vez de um salto institucional imediato.
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Antoine Bachelin Sena, Hacia una autonomía estratégica regional, CARI, Consejo Argentino para las Relaciones Internacionales, Comentarios Estratégicos n.º 68, 4 de agosto de 2026A análise inicial, que propunha um mecanismo binacional inspirado na ABACC.